terça-feira, 30 de novembro de 2010

As redes sociais móveis.

 Não bastavam os mais de 700 milhões de usuários do Facebook e os mais de 110 milhões de adeptos do Twitter. As redes sociais que já conquistaram a internet acessada via computador agora chegam aos montes aos celulares. Acessíveis através de aplicativos instalados nas áreas de trabalho dos telefones, tais serviços começam a ganhar vulto e já deixam as operadoras de telefonia celular felizes da vida, assistindo de camarote enquanto suas receitas provenientes de internet móvel só fazem crescer.

Liderando o movimento estão fabricantes de terminais como a Motorola, que está dando a volta por cima no mercado abraçando os aparelhos que permitem acesso direto às redes que já conquistaram o internauta “estático”. Agora, quem está em movimento já pode trocar ideias com seus contatos usando os teclados dos celulares. O pulo do gato está na interface dos aparelhos criados especialmente para este fim, como o MotoCubo, da Motorola, e o N97 Mini, da Nokia. Os ícones não só facilitam o acesso como toda a interface dos programas é pensada de forma a ser a mais simples e transparente possível para quem já usa as redes sociais na “internet convencional”.

Pois uma pesquisa recente já aponta o crescimento deste tipo de serviço. A Ground Truth, consultoria especializada na medição do uso de internet móvel, divulgou um estudo que revela que aproximadamente 60% do tempo gasto na internet móvel é em redes sociais ou em aplicativos relacionados a estas.  Só para comparar: somente 14% do tempo gasto por esses usuários é consumido em portais de notícias, segunda categoria mais popular.

Outra descoberta do estudo, realizado com mais de três milhões de usuários de celulares nos Estados Unidos, foi a de que plataformas de redes sociais especialmente pensadas para dispositivos móveis acabam alcançando maior nível de engajamento por parte dos usuários do que aquelas criadas para desktops/notebooks e adaptadas para os dispositivos móveis. A constatação só mostra aquilo que a Apple já sabia há muito tempo, ao abrir o iPhone e iPod Touch ao desenvolvimento e consequente download de aplicativos de redes sociais disponíveis na App Store, loja de downloads de aplicativos da empresa capitaneada por Steve Jobs.

O estudo pode ser um sinal importante para uma indústria que aposta tudo que tem nos softwares criados especialmente para os aparelhos portáteis: a pesquisa insinua que não adianta transpor o mesmo ambiente usado nos desktops/notebooks - é preciso criar programas específicos que encaixem bem no ambiente a que se destinam, ou seja, a telinha pequena dos celulares.

Mas será que essa aposta deve ser feita apenas pelos fabricantes de celulares? A verdade é que as maiores interessadas na adoção deste tipo de serviço são as operadoras de telefonia, visando a crescer sua receita de dados, cuja maior parte, hoje em dia, vem dos serviços de mensagens curtas (SMS). E já que o serviço de MMS (mensagem multimídia) depende muito da plataforma, da estabilidade das redes das operadoras e da interoperabilidade com a concorrência, as redes sociais, assim como os programas de mensagens instantâneas (MSN Messenger, ICQ, Yahoo! Messenger, GTalk) acabam se tornando as apostas certas.

Fato é que as redes sociais criaram um mercado em ebulição que só tende a crescer. Em maio do ano passado, o Brasil já possuía nada menos que 26 milhões de usuários de redes sociais, somando o uso “fixo” e o uso móvel, ou seja, via celulares. Com a chegada dos novos terminais voltados para os amantes das redes de comunicação online, no entanto, pode ser que muito em breve grande parte deste contingente de pessoas trocando informações via redes sociais esteja acessando estes serviços via celular.

Mas ainda há alguns empecilhos para a plena adoção das redes sociais móveis no Brasil. O primeiro é o alto preço das tarifas de conexão à internet via celular. E aqui voltamos à velha questão dos altos impostos pagos no país por serviços de telecomunicações, mesmo os de dados. As redes sociais, assim como o Twitter e o e-mail, demandam pelo menos um plano de internet ilimitada, já que o preço avulso do kilobyte ainda é caro demais. Outro entrave é o preço dos aparelhos capazes de acessar esse tipo de serviço. Aqui entra a força-tarefa de empresas como a Motorola e a concorrência cada vez mais acirrada entre esta com outras como Nokia, HTC, Samsung, Sony Ericsson, LG, etc.

A corrida é não só pelo aparelho mais simples e com conexão facilitada às mídias sociais – é preciso seduzir pelo design e pelo preço. Este consumidor louco por redes sociais já mostrou que é exigente – na internet “fixa” ou em movimento.
 

Um mundo sem computador...

Dia desses me peguei numa situação difícil: fiquei sem um computador para trabalhar. O notebook que meu antigo empregador tinha me emprestado precisava voltar para o dono; a fonte do meu netbook da Asus queimou e lá vou eu, desesperada, correr atrás de uma solução. Já que há anos me livrei dos desktops, tentei trabalhar via iPhone. Consegui responder e-mails; navegar nas redes sociais; aprovar solicitações de amizades; dizer que não comparecerei a eventos, etc. Até fui capaz de abrir arquivos de Word, mas não editá-los. Mesmo assim, passando certo sufoco, posso dizer que, numa realidade que se delineia para muito breve, não precisarei mais de notebook nem de netbook.

Você já parou para pensar como seria sua vida sem computador? Se você já tem um smartphone e não é jornalista (que precisa de teclados para escrever textos longos) já deve ter notado que usa cada vez menos o desktop ou notebook. Se a internet pode andar dentro do seu bolso, para que plugá-la na tomada?

Para continuar lendo o texto escrito por Elis Monteiro (repórter e colunista sobre informática) CLIQUE AQUI e seja redirecionado ao Portal RJ Net

Alckmin promete programa de capacitação profissional para janeiro

"O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse esta noite que irá implantar o programa Via Rápida para o Emprego já em janeiro...."

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Brasil vende 3,7 milhões de computadores no 3º trimestre

 
 
 
O mercado de computadores atingiu a marca de 3,7 milhões de unidades vendidas, de acordo com um estudo realizado pela IDC Brasil. O número, de acordo com a empresa, representa 19% mais do que o apontado no mesmo período do ano passado e 8% mais do que o alcançado no segundo trimestre de 2010.
Entre o total de máquinas vendidas no terceiro trimestre, 52% são desktops e 48% são notebooks. A previsão é de que até o final de 2010 sejam comercializados 13,8 milhões de computadores, o que representa 24% mais do que o apresentado em 2009.
Os notebooks lideraram no segmento doméstico mais uma vez, dentro do qual eles representaram 60% das vendas. O segmento corporativo representou 26% do total de máquinas comercializadas, sendo grande parte delas desktops.
Nesse perfil, os notebooks avançaram mais lentamente se comparado ao segmento doméstico. 
 

YouTube terá hoje primeira transmissão ao vivo no Brasil

"Senhoras e senhores, é hora de desligar a televisão e ligar o computador", afirmou Kate Perry no início do primeiro show ao vivo no YouTube em 2008, nos Estados Unidos. U2, Alicia Keys, John Legend e Bon Jovi também já se apresentaram.
Agora chegou a vez do Brasil. O país terá o primeiro show em streaming no YouTube e os escolhidos para a prèmiere online são os campeões em vendagem de discos e das redes sociais: artistas sertanejos.
A estimativa do Google, que comprou o YouTube em 2006, é que um milhão de pessoas sintonizem o canal www.youtube.com/sertanejo a partir das 20h de hoje. 







Serão 2h e trinta minutos de shows com as duplas Bruno e Marrone, Victor e Léo, João Bosco e Vinícius e os jovens cantores Luan Santana e Michel Teló. "A internet é um canal popular, então, é natural escolhermos artistas populares", explica Alexandre Schiavo, presidente da Sony Brasil.
Eles tocam um estilo que é conhecido como "sertanejo universitário" e fazem, em média, cerca de 250 shows por ano. Apenas os vídeos a dupla Victor e Léo já foram vistos mais de 110 milhões de vezes no YouTube. Já venderam mais de 1,6 milhão de álbuns e tiveram a quinta mais música mais executada do país no ano passado, a canção "Borboleta". A apresentação de hoje será restrita ao território brasileiro e funcionará como um piloto, de acordo com a gerente de marketing do Google, Flavia Simon.
O Brasil ocupa hoje o quarto lugar entre os maiores mercados do YouTube, perdendo apenas para Estados Unidos, Japão e Inglaterra. O termômetro de audiência do Google acusa que os sertanejos também estão entre os termos mais buscados do país, o que deve garantir o público virtual de hoje.
"A internet ainda é um complemento à televisão porque não chegamos a todas casas, mas é uma plataforma massiva", diz Flavia. 



domingo, 28 de novembro de 2010

Venci um sorteio no Twitter realizado pelo cantor Tico Santa Cruz.

No dia 27/11/2010 o cantor Tico Santa Cruz realizou via Twitter um sorteio do livro intitulado "1968 o ano que não terminou" do Zuenir Ventura (fascinante reconstituição dos acontecimentos de 1968 no âmbito do país. Os heróis dessa geração que queriam virar o mundo pelo avesso, seus dramas e paixões, suas lutas e vitórias estão descritos neste relato fundamental para a compreensão do Brasil contemporâneo)




Adivinhem quem ganhou? Eu...




Depois o cantor foi muito atensioso e solicitou meus dados para entrega:







Siga o cantor Tico Santa Cruz no Twitter, clicando aqui.
Veja meu Twitter pessoal clicando aqui.

sábado, 27 de novembro de 2010

Internet sem fio "machuca" folhas de árvores.



Os efeitos da radiação emitida por aparelhos celulares e por equipamentos de Wi-Fi (internet sem fio) sobre o corpo humano ainda levantam polêmica no mundo científico, mas há indícios de que as plantas também possam ser afetadas por essas ondas.
As folhas plantas colocadas assim tão perto do roteadores apresentaram uma coloração similar à do chumbo, em razão da morte de alguns tecidos. Isso pode levar à morte das folhas.
De acordo com os pesquisadores da Universidade Wageningen, cerca de 70% das árvores em áreas urbanas apresentam o mesmo problema – esse índice era de apenas 10% há cinco anos. As plantas encontradas em matas mais fechadas não sofrem com o problema.
 

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Professor Roberto Bíscaro grava reportagem para o programa Hoje em Dia da Rede Record.

Essa semana o professor e blogueiro penapolense Roberto Bíscaro gravou em São Paulo uma matéria com a repórter Ana Paula Neves, do programa Hoje em Dia da Rede Record. 


A reportagem foi sobre como é a vida do professor, que possui albinismo, fato este que faz com que a pessoa portadora tenha uma vida de muito cuidado com a exposição ao sol, dentre outros cuidados.



A previsão é que a matéria seja exibida em meados de dezembro.
Veja na íntegra o relato do professor de como foi a gravação Clicando Aqui
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